Itanhaém

Itanhaém é um município da Baixada Santista SP. É a segunda cidade mais antiga do Brasil. População estimada em 105 mil habitantes. Uma cidade litorânea com belas praias um centro histórico aconchegante…Visite nossa cidade!

A Cidade de Itanhaém foi descoberta e fundada pelo navegador português Martim Afonso de Souza, no dia 22 de Abril de 1.532 com o nome de Nossa Senhora da Conceição de Itanhaém. Foi a sede da antiga capitania de São Vicente.
Itanhaém é uma cidade de grande importância histórica da colonização brasileira, é a segunda cidade mais antiga do Brasil depois de São Vicente. Uma tipica vila de Portugueses que serviu de abrigo aos colonos vicentinos que se refugiavam dos ataques em São Vicente pelos Tupinambás (Tamoios).
Itanhaém foi elevado à categoria de Vila, no ano de 1561. Através do grande porte das construções da época como à Casa de Câmara e Cadeia e o Convento Nossa Senhora da Conceição (localizado no Morro do Itaguaçu) Itanhaém conquistou o status de município.
Itanhaém permaneceu até o começo do Século XX como apenas uma vila de pescadores e agricultores. Itanhaém só se tornou um cidade turística, após a chegada da ferrovia, os turistas que chegavam pela ferrovia, buscavam as belas praias desertas, ilhas e morros, desta forma a cidade foi crescendo e com o crescimento nasceram e se desenvolveram bairros afastados como Belas Artes (antigo Bairro do Poço) e o Bairro do Suarão.

Brasão de Itanhaém

O escudo clássico flamenco-ibérico. A coroa mural que o sobrepõe, é o símbolo universal dos brasões de domínio que, sendo de prata, de oito torres, das quais apenas cinco são visíveis em perspectiva no desenho, classifica a cidade de segunda grandeza, ou seja, sede de Comarca.
A cor azul do campo do escudo é o símbolo heráldico da justiça, nobreza, perseverança, zelo, lealdade, formosura e recreação. Em abismo (centro ou coração do escudo), o cavalo de prata, armado e blindado de vermelho, vem a se constituir no timbre da Casa de Vimieiros, por ser a Condessa desse título, dona Mariana de Souza Guerra, neta de Martin Afonso de Souza, que instituiu a mesma vila em sede da donatária de 100 (cem) léguas da costa.
Na parte superior do escudo e ponto de honra do mesmo, a crescente e a flor de lis em prata, representam o símbolo da padroeira, Nossa Senhora da Conceição, e que evoca o primitivo da vila Conceição de Itanhaém.
A cor do metal prata simboliza a heráldica: paz, trabalho, amizade, audácia e coragem. Nos ornamentos exteriores, a haste do fumo e o galho do café fortificados são atribuídos às armas do Império do Brasil, homenagem prestada por Itanhaém aos vultos eminentes da Independência.
Na fita vermelha, em letras prateadas, a divina “Angulus Ridet” que significa “recanto risonho”, “local aprazível” ou “ponto escolhido”.

Bandeira de Itanhaém

A bandeira de Itanhaém é esquartelada em cruz, sendo os quartéis de azul constituídos por quatro faixas brancas carregadas sobre faixas vermelhas. As faixas ficam dispostas duas a duas no sentido horizontal e vertical, partindo dos vértices de um losango central onde está localizado o brasão municipal. (escudo clássico flamenco-ibérico, apelidado também de escudo português).

Hino de Itanhaém

Letra: Roberto Gonçalves Juliano
Música: Vidal França

(I)
Num dia assim como se fosse o maior,
Esta paisagem se pintava em azul;
Nas formas vivas, vistas lá do alto,
A natureza de Calixto em tons de amor.
Num dia assim, todo banhado de sol,
Martin Afonso ancorava as caravelas,
De paixão por estas serras, céu e mar, beleza e cor.

(II)
Itanhaéns, gente da terra,

  • o som da pedra e do mar –
    Têm novo canto, um Deus de encanto, Anchieta a ensinar:
    O que nasce da Glória só tem por destino iluminar;
    Na raiz do teu povo, razão pra sonhar.

(I)
(…)

(III)
Itanhaém, ilha do tempo,

  • a foz no rio de abraço ao mar –
    Lição da vida mais querida,
    Não param de chegar
    Os teus filhos do Leste, do Norte, Nordeste, de todo lugar;
    O caminho da História, no berço do mar.

Padre José de Anchieta

Anchieta “o Apóstolo do Brasil” foi uma figura importante do período colonial do Brasil, deixou um legado que inclui o trabalho de catequese junto aos índios no Litoral Paulista. Itanhaém reverencia e homenageia a memória do Padre Anchieta através da estátua na Praça Narciso de Andrade no centro da cidade, mostra o religioso caminhando (como fazia em suas peregrinações). Esculpida pelo artista plástico Luiz Morrone.